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O jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (8) noticiou o recuou da intenção do presidente Jair Bolsonaro de instalação base americana no Brasil. A reportagem informou que uma preocupação dos militares é o fato de que a Rússia conversa há anos com a ditadura chavista na Venezuela sobre instalar uma base na costa caribenha e poderia ser estimulada por um movimento do gênero do Brasil. Bolsonaro havia admitido a possibilidade da instalação de uma base militar norte-americana no Brasil na semana passada e a informação foi confirmada pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e comemorada pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, que esteve na cerimônia de posse do presidente.

Segundo o jornal, a ideia de se ter uma base americana no País causou surpresa entre os militares e o Brasil não deve mesmo autorizar a instalação. A possibilidade está praticamente descartada. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, confirmou que já conversou com os comandantes das Forças Armadas e disse que não existe nada nesse sentido; nem estudo, nem avaliação, nem pedido.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, também negou que o presidente Bolsonaro tenha oferecido área do território nacional para a instalação de uma base militar norte-americana. Disse que foi um mal-entendido: “Ele me disse que ele nunca falou nisso, foi um comentário quando falaram de base russa, não sei o que. Aí saiu esse assunto lá. De repente, base americana. Fizeram um auê disso aí”.

A reportagem do jornal informou que Heleno também descartou a possibilidade de o governo interromper o acordo da Embraer com a Boeing, fechado em dezembro. Da união das duas, pode nascer uma nova empresa de aviação comercial. A nova empresa terá um valor de mais de US$ 5 bilhões; 80% desse capital serão da Boeing e os outros 20% serão da Embraer que, se quiser, terá o direito de vender a participação na nova companhia para os americanos.

Fonte: G1 e Folha de S. Paulo. Foto: Agência Brasil

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