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Caso projeto de lei seja aprovado no Senado, país se juntará a outros da América Latina, como Uruguai e Guiana, que permitem decisão autônoma da mulher.

Há dois meses uma onda verde — cor que não representa nenhum partido político — cheia de esperança e impulsionada por feministas jovens, tomou a Argentina. Lenços da mesma cor, usados pelas ativistas, pediam por “educação sexual para decidir, anticoncepcional para não abortar, aborto legal para não morrer” e se tornou acessório obrigatório. Ir para as ruas e usá-lo foi uma forma pressionar o presidente Maurício Macri e a Câmara dos Deputados a colocar em discussão um projeto de lei que poderia descriminalizar o aborto no país até a 14ª semana de gestação.

Após mais de 20 horas de debate, nesta quinta-feira (14), em uma sessão disputada e histórica, o plenário da Câmara de Deputados da Argentina, decidiu por 129 votos a 125: as mulheres terão direito ao aborto legal em qualquer circunstância até a 14ª semana de gestação. O projeto ainda precisa passar pelo Senado.

Assim que o resultado foi divulgado, ativistas pró-escolha da mulher que ocupavam a frente do Congresso Nacional comemoraram a decisão com choro, gritos, abraços e mostraram que o verde, cor escolhida pelas organizações feministas para representar a luta pelo aborto seguro, é o símbolo da esperança.

 

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