21 fatos que provam a ocupação colonial das escolas brasileiras

21 fatos que provam a ocupação colonial das escolas brasileiras

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Em complementação dos artigos anteriores (leia aqui e aqui) sobre a recolonização do Brasil através dos grandes monopólios transnacionais, com a transformação da educação em mercadoria, aqui apontamos alguns exemplos de como se dá a ocupação das escolas pelos grandes monopólios e pelo capital estrangeiro.

Paulo Cannabrava Filho*

De acordo com os princípios dessas escolas, as questões do humanismo e da espiritualidade ficam para as seitas religiosas.

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Desenvolvedor é a profissão do futuro. As escolas formam técnicos sem o menor juízo crítico. Se não tomarmos o devido cuidado, seremos uma sociedade de zumbis.

Está sendo criada uma geração de Nerds, desenvolvedores altamente qualificados em informática e comunicação, que serão os próximos intermediários entre o grupo dominante, cada vez mais reduzido em âmbito planetário, e o resto da população a ser dividida entre os explorados e os marginalizados.

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Escola Concept tem aulas em inglês e mensalidades média de R$ 4 mil

Para provar nossa tese, de que o sistema educacional está sendo instrumentalizado para a recolonização do país, resumimos neste texto 21 exemplos que mostram que as corporações financeiras estão comprando e formando grandes conglomerados de escolas por todo o país, sendo que Estados Unidos lideram essa ofensiva.

Inclusive nas mais caras das escolas privadas, de primeiro e segundo grau, a grade curricular do Ministério da Educação foi abandonada já há algum tempo. Agora o objetivo é formar líderes, “os novos players no mercado”. Algumas cobram mensalidades de R$ 8 mil por criança ou adolescente.

O caçador de cérebro Daniel Faria, da RH Linco consultoria, esclarece que nessas escolas de excelência, que abrem portas globais distribuindo MBAs, um curso de dois anos, numa das top nos EUA, pode custar até 100 mil dólares. O papel de um caçador de cérebro é escolher entre os jovens mais bem dotados aqueles a serem recrutados para servir diretamente às instituições globais da recolonização.

A escola do futuro. Futuro pra quem?

1) A SU – Singularity University – foi fundada em 2008 no Vale do Silício, financiada por empresas como a Google, Cisco, Nokia entre outras. Instalada num campo de pesquisa da Nasa tem atraído muita gente. Dizem que os alunos aprendem a pensar exponencialmente para enfrentar os grandes problemas da humanidade. Um curso de dois dias custa no mínimo 5 mil dólares. Ainda não tem filial no Brasil, tem só embaixadores em São Paulo, Recife, Brasília, Porto Alegre, Uberlândia e Belo Horizonte, e já deram um curso no auditório da IBM de São Paulo. Lotou. Planejam abrir sucursal no Brasil em 2019 em parceria com a HSM Educação Executiva.

2) Hyper Island, especializada em capacitação de profissionais para inovação e mudanças nos negócios. Fundada em 1996, tem sede na Suécia, Reino Unido e Cingapura. No Brasil oferece workshops, consultorias e, claro recrutam os melhores quadros para estudar e ficar por lá. No Brasil iniciou instalando-se na capital de São Paulo e já tem sucursal também em Porto Alegre. A escola já formou menos uns dois mil executivos de grandes empresas como Bayer, Gerdau, Philips, Gerdau, entre outras.

3) Berlin School of Creative Leadership. A Escola de Liderança Criativa de Berlim, Fundada em 2006, chegou ao Brasil em 2017, com casa própria em São Paulo, em parceria com a Ahoy! Berlin São Paulo, espaço de coorking e centro de inovação. Um CEO nesta custa 55 mil euros. Funciona no Clube de Criação de São Paulo, no bairro de Pinheiros.

4) A KES – Knowledg Exchange Sessions tem como objetivo ajudar os executivos a formar uma nova mentalidade de negócios. Cobra 22 mil reais para cada assistente às palestras que oferece. Cada curso ocorre em lugar diferente, preferencialmente in company. Além das palestras pode conseguir participar de oficinas no Vale do Silício ou em Tel Aviv, por 6 mil dólares.

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5) A IE Business School, espanhola, ainda não tem sede aqui mas já está recrutando. Como tem bastante prestígio na América Latina, cobra de 30 a 100 mil reais por um curso de curta duração. Oferece graduação em comunicação e mídia digital e em ciência digital, programação e disign. Também em áreas como direito, arquitetura, relações internacionais entre outras.

6) O Tree Lab, da Fundação Dom Cabral (FDC), foi fundado em Minas Gerais com proposta de ser um ambiente de criação, inovação e experimentação para executivos e líderes empresariais. A FDC atua desde 1977 como escola de negócios para executivos de empesa e da administração pública. Como busca familiaridade com altas tecnologias tem parceria com a IBM e a MRV Engenharia, controladora do Banco Inter.

7) Tera – Campus Pinheiros, escola especializada, criada unicamente para formar desenvolvedores em atividades digitais, com ênfases em games. Como essa há varias ofertas de cursos on line. Quem controla é a En Masse Entertainment, controlada pela Bluehole Interactive, desenvolvedora estadunidense de games, subsidiária da sul-coreana Bluehole. A Tera foi criada na Coréia do Sul em 2011 e, em 2012 instalou-se também nos EUA dedicada a desenvolver produtos para o Ocidente.

8) A WeWork, sediada na Cidade do México, fundada por Miguel McKelvey, tendo como sócio Adan Neuman com o objetivo de implantar um único sistema de educação no mundo. É maior empresa de coworking do mundo está se instalando também em Nova York. O grupo está criando um novo modelo para crianças pequenas, o WeGrow cuja metodologia já está sendo aplicada nas escolas Concept.

9) Grupo SEB Educacional, controlado por Chain Zaher, dono da Concept no Brasil foi buscar modelos de sistemas educacionais na Suíça, Cingapura e Finlândia. Iniciou em Ribeirão Preto, SP e já se estendeu para Salvador, Bahia. Nos próximos anos abrirá novas escolas no Rio de Janeiro e no Vale do Silício. A anuidade é dividida em 12 parcelas de R$ 7.55,00 para todas as séries, do jardim ao ensino médio. Ao chegar em São Paulo o grupo gastou R$ 75 milhões para habilitar o prédio da antiga Sacre Coeur, nos Jardins, onde se instalou. Também se incorpora às 39 escolas do grupo, que controla as redes Pueri Domus e Dom Bosco, entre outras. Essa Concept dos jardins está gastando uma fortuna em propaganda em todas as mídias.

10) Grupo Eleva – No Rio de Janeiro, entre as escolas top esta a Eleva, inaugurada em 2017 no Botafogo com uns 330 alunos iniciou o ano letivo de 2018 com 1.033 alunos pagando mensalidades entre quatro e cinco mil reais.. A escola pertence à holding Eleva Educação, que “reúne sete grandes redes de escolas no Rio de janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, com um total de 52 mil alunos e mais de 3 mil colaboradores” (site da holding).

11) O Grupo Pensi, tem cursos desde o infantil até o vestibular e se gaba de ter muita gente aprovada no Ita, o Instituto de Tecnologia Aeronáutica de São José dos Campos. Hoje conta com vinte unidades escolares no Rio de Janeiro. Funciona em tempo integral e prepara também para ingresso nas escolas militares. Quem controla isso tudo e o Gera Venture Capital, que controla 88 escolas com 44.6 mil alunos. E quem controla o Gera é o bilionário Jorge Paulo Leman, da Ambev e Burger King, um dos dez mais ricos do mundo, com fortuna calculada em 25 bilhões de Dólares.

12) O grupo Cruzeiro do Sul, controlado fundo britânico Actis, fundado em 1985,dono da Universidade Cruzeiro do Sul e Cidade de SP e um centro universitários no DF. Em 2015 comprou o Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio, com dois campus de ensino superior e dois colégios do Objetivo, em Itu e Salto, no interior de São Paulo. Comprou também duas faculdades e um colégio no litoral norte de SP O grupo pagou R$ 100 milhões, algo como entre 8 e 12 mil reais por aluno. Com essa aquisição o grupo ficou com 130 mil alunos e fechou 2015 com um faturamento de R$ 850 milhões. Oferece cursos de graduação, pós-graduação, Educação a Distância e cursos técnicos.

Segundo o sítio web, Atualmente, é composta pelo Colégio Cruzeiro do Sul, SP– SP; Universidade Cruzeiro do Sul, SP – SP; Centro Universitário Módulo, Caraguatatuba – SP; Centro Universitário do Distrito Federal, Brasília – DF , Universidade Cidade de São Paulo, SP – SP, Universidade de Franca, Colégio Alto Padrão e Colégio CTEC, em Franca – SP, Faculdade São Sebastião e Colégio Objetivo São Sebastião – Centro, em São Sebastião – SP, Faculdade Caraguatatuba, em Caraguatatuba – SP; e mais recentemente, pelo Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio, Colégio CEUNSP, Colégio Itu e Colégio Cidade de Salto, nas cidades de Itu e Salto –SP.

13) A St. Paul’s School é outra que adota metodologia baseada em habilidades não em conceitos, tem uma unidade em São Paulo, Jardim Paulistano. Ligada à Coroa britânica, segue o currículo nacional britânico. As mensalidades variam de R$ 2.5 mil a R$ 5 mil.

14) Apolo Education Group, sediado no Arizona, por sua vez controlado pela BPP Holding, do Reino Unido, uma joint venture com a Apolo Global do Carlyle Group, que está adquirindo escolas no mundo inteiro. Na América Latina já está no Chile, México e Brasil. instalado em São José dos Campos como Apolo Educacional, oferece pré-escola, ensino fundamental, ensino médio, graduação e preparação para concursos, e ensino a distância. Grupos relacionados: Leonardo Da Vinci Educacional Ltda., Fibonacci Participações Ltda., Donatello Participações Ltda., Organização Educacional Cassiano Ricardo Ltda., Curso Pre Vestibular Vale do Paraíba S/S Ltda., Spano Participações Ltda.

15) A Avenues, chegou em 2017 e começou o ano letivo em agosto, como nos Estados Unidos, cobra uma taxa anual de R$ 7,8 mil e mais 13 parcelas de R$ 8,35 mil, fora os custos de viagens e outros. Em Nova York desde 2012, chegou a São Paulo com um investimento de R$ 300 milhões. Esta instalada numa área de 30 mil m2, no bairro Cidade Jardim, com capacidade para atender 2 mil alunos. Quando inaugurou já tinha 2 mil na fila. Estão construindo um sistema global de escolas, indica no sitio web o fundador do projeto, Alan Greensberg. É ao mesmo tempo uma rede de caça talentos de alcance mundial (isso se chama roubo de cérebro) para levar os mais bem dotados para execução de projetos em ambientes das altas tecnologias.

Propaganda no jornal Estadão de 20 de fevereiro de 2018
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16) Grupo Objetivo — Fundado como um cursinho de admissão à faculdade de medicina por João Carlos di Genio, em 1965. Em 1972 foram implantadas as faculdades objetivos que mais tarde se transformou na Universidade Paulista Unip, segundo o sitio do grupo a universidade que mais cresce no país. O Colégio objetivo possui 13 unidades espalhadas pela capital e interior de SP. Ainda inteiramente nacional o dono diz que está procurado alguém para passar a empresa. A Unip já tem 27 campi e mais 28 faculdades com outras denominações, e 598 polos de ensino a distância. Em 2017 o grupo atingiu a marca de 500 mil alunos.

17) A Kroton Educacional tem origem parecida com o Objetivo pois nasceu também como cursinho, só que em Belo Horizonte. O dono, Rodrigo Galindo se transformou no maior e mais rápido comprador de escolas e faculdades e hoje é considerado o maior grupo de ensino privado do mundo, com 1,6 milhão de alunos matriculados e receita de R$ 4,3 bilhões, segundo a revista Exame (13/5/15)

Entre as marcas da Kroton estão Anhanguera, Unic, Unipar e Pitágoras. São 120 unidades de ensino superior em 18 estados e 83 cidades. Além disso, tem 726 polos de graduação de educação a distância, 870 escolas associadas e mais 400 unidades de cursos livres e preparatórios. Uma das últimas aquisições da Kroton foi a Estácio, de Chaim Zaher, incorporando mais 12.6 mil cursos em 679 municípios. Com essa incorporação a Kroton passa a controlar 23% do mercado. O fundo Advent Inernational é um dos proprietários de ações da Kroton.

18) Faculdades Serra Gaúcha, com campi em Caxias do Sul e Bento Gonçalves. O fundo Advent pagou R$ 100 milhões para incorporar esse grupo e agora quer se desfazer e iniciou este ano (2018) conversações com dois interessados: o fundo Uniasselvi, que tem o Carlyle e Vince Partners como acionistas e o fundo GIC, o fundo soberano de Cingapura.

19) Laureate International Universities, fundada em 1999 é controlada pela Laureate Education com sede em Maryland, EUA. Rede global de instituições de ensino privadas, controla 76 instituições acadêmicas, quase 800 mil alunos, distribuídas em nove países europeus, três do Oriente Médio, sete da Ásia, e sete na América Latina. No Brasil entrou por São Paulo comprando algumas das instituições mais cobiçadas do país. E já adquiriu onze instituições em oito estados.

A primeira foi a Anhembi Morumbi, em 2005. Comprou só uma parte, na sequencia investiu R$ 120 milhões na expansão da instituição, ficou com 51% e no início de 2013 passou ter 100%. Hoje tem em torno25 mil alunos

Em 2013 comprou a FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– mais a Fisp, a Fiam-Faam e o Centro Universitário de Brasília. Pagou um bilhão de reais pelo lote. Atuando em São Paulo desde 1968 quando foi vendida tinha 40 prédios na cidade de São Paulo frequentados por 90 mil alunos e um faturamento anual em torno dos 5oo milhões de reais.

20) O Grupo Anima Educação, em 2014 comprou a Universidade São Judas Tadeu com 80 mil estudantes. Diz o sítio web que em 2014 o grupo contava com mais de 79 mil estudantes presenciais em 18 campi localizados em Minas Gerais e São Paulo.

21) A Abril Educação, desde 2015 é controlada pela Tarpon, com 76% das ações e agora tem o nome de Somos Educação. A Tarpon é um fundo de investimento criado há 15 anos que aplica em grandes empresas como Sadia/Perdigão, a Gerdau Em 2014 administrava R$ 8 bilhões.

Somos Educação – O campo educacional escolar é o mais recente da Somos. Oferece educação básica, ensino Técnico e superior em São Paulo (Anglo 21, preparatório), Brasília (Sigma), Rio de Janeiro, Goiânia, duas em Cuiabá e Recife. Controla também a rede Balloon de ensino de idiomas. O setor mais poderoso comprado da Abril é o editorial.

Em 1999 a Abril comprou as Editoras Ática e Scipioni, com mais de 50 anos de vida, eram as mais importantes editoras de livros didáticos do Brasil. Com um imenso portfolio que vai das escolas públicas às privadas, e vendas de mais de 100 mil livros por ano, era quase um monopólio do livro didático. Controla também as editoras Atual, Benvirá, Érica e Saraiva, esta especializada em educação infantil.

Para se ter uma ideia do que representa esse monopólio dessas duas editoras, venderam 25 milhões de exemplares, sendo 13,4 milhões referentes a novas escolhas (anos iniciais do ensino fundamental) e 11.6 milhões a título de reposições de livros negociados em anos anteriores (ensino fundamental II e ensino médio. O FNDE, nesse ano, comprou 47.7 milhões de exemplares. O faturamento por essas vendas foi de R$ 206 milhões. (do sítio web PPublishnews)ABERTURA

O Prouni e o Fies

Um dos fatores que anima os fundos a investirem em educação é o Fies, o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, e o Prouni criado em 2004, que dá bolsas no ensino superior privado com o dinheiro do Fies.

Em 2016, o custo global do Fundo custou R$ 32.2 bilhões. O valor máximo das bolsas era de R$ 7 mil, o governo ilegítimo baixou para R$ 5 mil e anulou 100 mil vagas. Com isso, cerca de 1.5 milhão de estudantes recebem o benefício. O custo em 2018 é de R$ 20 bilhões mais os custos fiscais de R$ 9 bilhões, pois o governo concede isenção às escolas para custear bolsas.

No início da década de 2010, 72% das matriculas no ensino superior eram nas universidades privadas e só 28% nas públicas. É ou não é um bom negócio?

Pedro Roberto Leite, reitor da UFRJ, em entrevista ao Brasil de Fato (15/7/15) informou que cinco desses fundos mencionados detêm 40% do total de matriculas do ensino superior. Três fundos controlam 60% da educação a distância.

No grupo Kroton, por exemplo, 46% dos alunos matriculados eram financiados pelo Fies e 10% do Prouni. Como se vê, um negócio sem risco para o investidor, pois o governo garante. O risco maior fica com o país com a homogeneização e a utilização de apostilhas padronizadas.

São eles, os financistas, que determinam o que vão aprender nossos jovens. Educadores como Paulo Freire e Darcy Ribeiro são agora demonizados. O que valem são as propostas financeiras, quanto podem dar de lucro.

O que apresentamos aqui, é apenas uma amostra de algo que já ganhou uma dimensão muito grande, estendendo-se por todas as cidades do país. Uma amostra que sustenta a nossa tese de que todo o sistema educacional do Brasil está sendo montado para servir aos objetivos de recolonização e é dos mais excludentes, forçando à marginalização a grande massa e aumentando o enorme fosso econômico e cultural que separa a classe dominante do sofrido povo brasileiro.

Como mudar isso? Só com uma luta de libertação nacional que conquiste uma verdadeira independência.

*Jornalista, editor de Diálogos do Sul

Fontes: revista Época Negócios, da Globo; sítios web das escolas e Estadão.

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